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segunda-feira, 22 de março de 2010

UMA DÉCADA DE ESPERANÇA

Em 10 de novembro de 1980, a Assembléia Geral das Nações Unidas falou confiantemente da vindoura “Década Internacional da Água Potável e do Saneamento”. O alvo, proclamou a assembléia, era facultar, até por volta de 1990, o pleno acesso à água limpa e ao saneamento a todos os que vivem nos países em desenvolvimento. Em fins da década, cerca de 134 bilhões de dólares haviam sido gastos para levar água limpa para mais de um bilhão de pessoas, e sistemas de esgoto sanitário para mais de 750 milhões — um feito impressionante.

No entanto, esses ganhos foram anulados pelo crescimento demográfico de 800 milhões de pessoas, nos países em desenvolvimento. Assim, por volta de 1990, restavam mais de um bilhão de pessoas sem água limpa e saneamento adequado. Essa situação difícil parecia ecoar as palavras da rainha a Alice, no conto infantil Através do Espelho: “Você precisa correr o mais rápido possível, para ficar onde está. Se quiser ir para algum lugar, é preciso correr no mínimo duas vezes mais depressa!”

Desde 1990, a melhora geral na sorte dos sem água e saneamento tem sido, segundo a OMS, “fraca”. Sandra Postel, quando vice-presidente de pesquisas no Worldwatch Institute, escreveu: “Ainda é uma grave falha moral que 1,2 bilhão de pessoas não possam beber água sem correr o risco de pegar uma doença ou de morrer. A razão não é tanto a escassez de água ou tecnologias inadequadas, mas sim a falta de compromisso social e político para suprir as necessidades básicas dos pobres. Seriam necessários uns 36 bilhões de dólares a mais por ano, equivalente a cerca de 4% dos gastos militares do mundo, para levar a toda a humanidade aquilo que para a maioria de nós é corriqueiro — boa água potável e saneamento sanitário.”

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