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domingo, 28 de março de 2010

Um século faminto de notícias

AS PESSOAS sempre desejaram saber das coisas que acontecem à sua volta. Gostam de ser informadas imediatamente de algo notável que esteja acontecendo. Um famoso correio foi um guerreiro que, em 490 AEC, correu uns 40 quilômetros até Atenas para anunciar a derrota dos exércitos persas. Ele, segundo divulgado, morreu ao chegar, depois de ter anunciado a vitória em Maratona.

Hoje em dia, cerca de 600 milhões de televisores e 1,4 bilhão de rádios levam aos lares em todo o mundo as notícias de acontecimentos que se deram apenas horas ou até mesmo minutos antes. Alguns eventos são vistos ao vivo, no instante em que ocorrem. E muitas centenas de milhões de jornais, bem como dezenas de milhões de revistas, são impressas diariamente em dezenas de línguas, para satisfazer um mundo faminto de notícias.

A invenção de João Gutenberg, feita há menos de 550 anos, de uma prensa de tipos móveis, tornou possível a rápida disseminação das notícias impressas. As folhas de notícias primitivas, contudo, tinham circulação limitada, e, devido ao alto custo, os ricos não raro eram os únicos que podiam dar-se ao luxo de obtê-las.

Logo depois a liberdade de imprensa se tornou uma questão controversa. A Gazette de Renaudot, por exemplo, foi editada no século 17 com a aprovação do rei da França e a maioria das notícias publicadas estava sob a direção do Governo. Poucos jornalistas daquele tempo ousavam desafiar as autoridades de seu país.

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