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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Efeitos Colaterais da Esterilização



◆ Recentemente, uma médica da Universidade da Carolina do Norte, EUA, relatou que um quarto das mulheres esterilizadas por métodos que cauterizam ou amarram as trompas de Falópio, sofrem efeitos colaterais. Estes incluem dor e sangramento. Em seu estudo do assunto, Ewa Radwanska, professora-adjunta de obstetrícia e ginecologia, verificou que as mulheres esterilizadas possuem alta incidência de níveis hormonais anormais. O efeito amiúde pode ser um ciclo menstrual irregular, com longos períodos de sangramento. Poucas pacientes e médicos, indicou ela, aparentemente consideram o assunto dos efeitos colaterais antes de efetuar a esterilização: “Não acho que as mulheres em geral sejam informadas dos efeitos posteriores negativos, que podem surgir até mesmo um ano ou mais depois da cirurgia, e muitos médicos não levam a sério os efeitos colaterais que as mulheres esterilizadas relatam.”

Similarmente, o Dr. Niels Lauersen escreve em Medical World News (Notícias Médicas Mundiais) que “as mulheres esterilizadas possuem um risco superior ao médio de sangramento menstrual irregular, freqüentemente acompanhado de dor. Envolta num emaranhado de problemas, a mulher poderá acabar sofrendo uma histerectomia desnecessária”. Ele também relata que os médicos encontram “um amplo número” de pacientes esterilizadas que se arrependem desse passo.

Quanto às vasectomias, o Dr. Lauersen relata que certo estudo científico indica que os homens que sofrem tal operação podem aumentar seu risco de sofrer um ataque cardíaco. Depois da esterilização, o espermatozóide masculino, privado de seu escape normal, penetra na corrente sangüínea. Ali aparentemente provoca uma reação, resultando na produção de anticorpos. Estes, por sua vez, parecem acelerar o processo da arteriosclerose, ou endurecimento das artérias, que pode levar a um ataque de apoplexia ou a um ataque cardíaco. “Não aconselharia a qualquer de meus amigos a fazer uma vasectomia”, afirma ele, “até que seja demonstrado que tal operação não aumenta a incidência dos ataques cardíacos”.

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